Críticas e Comentários

Breves Entrevistas com Homens Hediondos

“Rossendo Rodrigues inicia o teatro em “Breves Entrevistas” com a elogiável interpretação de um homem que seduz mulheres chamando a atenção para uma deficiência física: ele não tem um dos antebraços. Ao narrar seus “truques” para conseguir sexo, o ator, que simplesmente mantém suas mãos postas sobre os joelhos, seduz a plateia que, facilmente, cai em seus “encantos”. Rodrigues está, durante todo o período da encenação, sentado e pouco se mexe. É na voz e no jogo de tons que ele atinge o seu objetivo, sucesso esse que coloca essa cena entre um dos melhores acontecimentos da noite. A luz sobre ele, igualmente muito positiva, junto das grades ao fundo, constrói um universo de submundo que acabará por ser muito interessante ao longo de todo o espetáculo. Com essa cena, o espectador entra no clima sombrio e sórdido, preparado para encontrar-se com “homens hediondos”.

(Rodrigo Monteiro – http://teatropoa.blogspot.com.br)

Wonderland e o que M.Jackson Encontrou por Lá

“a maior surpresa positiva desse trabalho é Rossendo Rodrigues. Com sensibilidade e carisma, o ator emprega o seu talento em nos fazer apaixonar por Michel Jackson, um cantor muito conhecido no mundo, mas que nem todos na plateia, tenho certeza, conheciam e gostavam como o grupo responsável pelo trabalho. É Rodrigues quem nos faz enternecer e garante a nossa atenção já ganha pela cena da chegada à Wonderland de que já se tratou.”

(Rodrigo Monteiro – http://teatropoa.blogspot.com.br)

“O cantor é vivido por quatro atores, em diferentes fases de sua vida (Rodrigo Shalako, Rossendo Rodrigues, Ricardo Zigomático e Tatiana Mielczarski – todos muito bons, com destaque para Rossendo), o que expõe radicalmente as mudanças de aparência do astro.(…) O que mais me impactou foi, dentre tantos estímulos, o comprometimento do elenco e o fato de que, em uma encenação tão explosiva e potencialmente dispersiva, os movimentos dos atores fossem sempre indispensáveis, como uma homenagem particular a Michael, um mestre na arte de buscar o gesto certo.”

(Renato Mendonça – http://relatomendonca.tumblr.com)

“a cena emblemática da encenação, em minha opinião, é a primeira, de Johnny Bracinho, interpretada por Rossendo Rodrigues sob a direção de Daniel. Não por ser apenas chocante em sua sinceridade e ironia, mas pelo trabalho de Rossendo, que realmente dá um show.”

(Marcelo Adams – http://marceloadams.blogspot.com.br)

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